Paciência

Ser paciente para ver florescer.

Forçamos as plantas a crescer? As flores a nascer e abrir-se? Ou permitimos que isso aconteça no seu tempo?

Como seres humanos parece que decidimos que a força, a determinação, o poder, são formas de conseguir aquilo que queremos, mesmo que vá contra a nossa verdadeira natureza, mesmo que se afaste do amor e nos leve para longe daquilo que é realmente importante para nós.

Há tantas lições que a natureza nos ensina.

E tantas que os nossos filhos nos ensinam.

Esta semana dedico-me à PACIÊNCIA.

Hoje, como normalmente fazemos todos os dias, após o almoço deitamo-nos no sofá. Uma hora depois, sem fechar os olhos, e sem parar de cantar:

– “Mãe, não tenho sono. Vou quincar (brincar).”

Quando ele dorme, eu descanso. Aproveito essas duas horas (normalmente são duas horas) para mim, ou para fazer algo na casa.

Quando a sesta não existe, a probabilidade de surgirem irritações dentro de mim aumenta muito. Porquê? Porque a mente se habituou. Habituou-se a este ritmo há alguns meses.

Ele nunca dormiu sestas à mesma hora… excepto nos últimos meses, que passou a ser mais regular. Nunca insisti para ele dormir… deixo-o seguir os seus ritmos.

Hoje… dei com a minha mente a impacientar-se, a querer que ele dormisse, a ficar irritada. E lembrei-me: paciência. Cada coisa tem o seu ritmo.

E dessa consciência fica a paz, a tranquilidade.

Ficamos uma hora agarradinhos no sofá, a desfrutar do carinho um do outro.

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