Descobrir…

… o que não gostamos em nós.

É sempre mais fácil ver nos outros o egoísmo, a maldade, os padrões limitadores… são dos outros… não nossos.

Mas se pararmos por um instante e nos debruçarmos sobre a ideia:

Eu não estou separada de ninguém, nem de nada. Isto é uma extensão/projeção minha. Então, isto está na minha mente. De alguma forma faz parte de mim.

Nesse momento podemos abrir espaço para um perdão mais profundo e para descobertas estonteantes.

E o fato de conseguirmos fazer isso algumas vezes, não quer dizer que vamos conseguir fazer sempre ou com tudo. Mesmo quando dizemos que tentamos. O importante é sermos tolerantes connosco e ir observando as nossas resistências a viver em plena felicidade.

Normalmente achamos que temos que fazer alguma coisa em relação aos nossos problemas, aos problemas dos outros e aos problemas do mundo. Acabamos por descobrir que não há nada a fazer e que o perdão é uma atividade sem atividade.

😉

O que é que quero dizer com isso?

Por exemplo, se eu vejo um padrão em alguém e decido olhar para dentro de perdoar esse padrão, o que estou a fazer é uma atividade interior de reconhecimento e libertação da ideia de que esse padrão é verdade para essa pessoa e/ou para mim mesma. Isso pode ou não implicar uma ação física/comportamental.

Para mim, o perdão leva a mudanças de atitude naturais. Não porque decidimos qual vai ser o novo comportamento, mas porque reconhecemos que o padrão antigo não faz sentido.

 

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