A história da culpa

Imagem: Google

Nem nos damos conta que somos a personagem que nos castiga e que se mantém no fundo da sala encolhida…

Não nos damos conta que entramos neste jogo mental e que temos a capacidade de saltar fora dele a qualquer momento.

Basta reconhecer, SENTIR, e deixar SER!

Existem muitas teorias de onde vem a culpa. Podemos até visualizar as memórias que podem (ou não) estar associadas. Podemos encontrar outras personagens que acusamos como as causadoras do sofrimento. Mas nada disso nos liberta das sensações nem dos comportamentos que engendramos para manter o mesmo padrão de sofrimento.

Num determinado momento é preciso escolher: querer viver assim ou escolher de forma diferente. Escolher a paz interior e a felicidade independentemente das memórias que vão surgir, das emoções que vão bater à porta.

E escolher a paz e a felicidade não significa que vamos ignorar o que vai surgindo, muito pelo contrário. Estamos mais dispostos a olhar de frente os obstáculos interiores, mas não os valorizamos com a carga negativa que até então tinham.

São apenas memórias. São apenas emoções que reconhecemos como estando dentro de nós. E elas só se mantêm porque lhes damos importância. Está na hora de as libertar dessa importância e de reconhecermos uma luz bem mais poderosa e uma consciência bem mais elevada dentro de nós.

A culpa é mais uma emoção. É mais uma forma de entrarmos num ciclo de sofrimento.

Reconhecê-la como reconhecemos as outras emoções é o primeiro passo. Aceitá-la e deixá-la manifestar-se: senti-la e observá-la como um filme… é só uma sensação.

Criamos muitas histórias à volta das sensações, contudo, é tudo a mesma coisa. Nada mais nada menos do que histórias coloridas por sensações! Seremos nós essas histórias ou estaremos conscientes delas?

 

One thought on “A história da culpa

  1. Belo texto, Angela!
    Cheguei aqui por meio dos seus vídeos de EFT, que estão me ajudando muito!
    Quando terminei de ler o seu texto lembrei-me na hora desta música cantada pelo Caetano.
    Saudações,
    Renata

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