Escolher o amor ou os problemas

“Um problema pode aparecer em várias formas e o fará enquanto o problema persistir. Não serve a propósito algum tentar resolvê-lo em uma das suas formas especiais. Ele ocorrerá e depois recorrerá uma e outra vez, até que tenha sido respondido para todo o sempre e então não surgirá de novo em forma alguma. E só nesse caso estás libertado.

(…)

O Espírito Santo te oferece libertação de qualquer problema que pensas que tens. Eles são o mesmo para Ele porque cada um, independentemente da forma que parece tomar, é um pedido para que alguém sofra alguma perda e faça algum sacrifício de modo que tu ganhes. E quando a situação é trabalhada de forma tal que ninguém perca, o problema se vai, porque era um erro na percepção que foi agora corrigido. Um equívoco não pode ser mais difícil de ser conduzido à verdade por Ele do que um outro. Pois não existe senão um equívoco: toda a ideia de que a perda é possível e poderia resultar em ganho para alguém.”

Um Curso Em Milagres, Capítulo 26, II. Muitas Formas, uma correcção

Nem sempre vemos a solução dos nossos problemas. Focamo-nos no que se passa de errado na nossa vida e connosco. Culpamos os outros pela situação em que nos encontramos, e não poucas vezes, culpamo-nos por estar onde estamos e por ser como somos.

Esquecemos quem somos!

Esquecemos que SOMOS UM SER DE AMOR, ilimitado, eterno e que nenhuma forma, nenhuma situação, nenhum pensamento ou palavra pode alterar a nossa natureza.

Os pensamentos passam, as palavras esvaziam-se de significado, as situações sucumbem e todas as formas se dissolvem um dia. O que somos, observa tudo a acontecer, está consciente de tudo, sem nunca mudar, sem nunca desaparecer.

Quando nos identificamos com problemas, estamos a limitar a nossa visão de nós mesmos, a tornarmo-nos pequenos, do tamanho de pensamentos insignificantes. Estamos a dizer a nós mesmos que somos do tamanho do problema. Como pode um problema desaparecer se pensamos que somos o problema? Iremos nós desaparecer com o problema?

Queremos realmente a solução? Ou andamos às voltas a fugir da verdade de quem somos, que nos retira dos problemas e nos coloca num local sagrado, no topo de um avisão abrangente e infinita?

Que visão temos de nós mesmos? É que essa visão é que vai afetar a forma como olhamos para tudo, vai afetar o significado que damos às situações, às pessoas… e isso vai manter a nossa mente fechada na caixinha de um corpo e de uma personalidade, ou vai abrir a nossa mente a novas possibilidades e às soluções que o amor nos oferece para nos reconhecermos.

O curso diz que este é um caminho de reconhecimento. Reconhecer quem somos através dos outros, através do nosso relacionamento com o mundo. Reconhecer quem somos em todas as nossas escolhas. O que escolhemos “lá fora” indica-nos a forma como nos vemos.

Quando escolhemos ver o AMOR “lá fora”, estamos a escolher o AMOR “dentro”. Sabendo que somos amor, e que esse não se perde, apenas se expande, sabemos que qualquer problema nos chama ao amor.

Há sempre um porta de luz à nossa espera. Cada problema é uma oportunidade de descobrirmos mais o poder do amor dentro de nós, de descobrirmos o nosso próprio poder interior de AMAR!!

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