Reconhecimento de Deus

Imagem: Google

Ser feliz só depende de nós. Não há limites!

E não precisamos mostrar aos outros que somos felizes… para quê? Qual o objectivo?

E não precisamos dos outros para ser felizes!!!

E não precisamos deixar de estar felizes só porque alguém não está. Neste mundo é mesmo assim…

E quando estamos mesmo felizes, encontramos sempre um brilho nos outros, mesmo que eles próprios não vejam!

Quando nos permitimos seguir a sério num caminho interior consistente, especialmente com o curso (que é aquele que conheço), não é possível estarmos muito tempo num estado interior inconsciente e deprimido. Além disso, com o curso, conseguimos sempre encontrar uma luz de vida, de amor e alegria em tudo aquilo que fazemos, em todos aqueles que encontramos.

O curso diz que não vivemos em paz porque julgamos. Hmmm como seria viver sem julgar? Viver cada momento, como é?

Quando vivo dessa forma, nem noto que estou a viver assim… porque não há julgamento, não há a vozinha a dizer como é ou como deveria ser… existe apenas o momento. E são momentos tão saborosos e calmos. Criativos e alegres. De pura união e empatia.

Nos últimos dias tenho aprendido muito sobre viver e comunicar comigo, antes de viver ou comunicar seja com quem for. E isso é essencial. O curso diz que conforme vemos os outros, nos vemos a nós.

Isso é brilhante! Significa que não existe separação possível entre mim e alguém. Não existe alguém a fazer seja o que for que me possa afectar, e nem sequer existe o outro, existe a minha imagem do outro.

Lembro-me disto SEMPRE? Não, não me lembro sempre no momento… ou melhor, lembro… mas, tal como o curso nos ensina, preferimos não responder à voz da verdade em nós e continuamos a seguir a voz do medo e da culpa. Ainda bem que a todos os momentos podemos “perdoar” o passado, presente e futuro e podemos regressar aos momentos que nos magoam e curar a nossa mente.

Isso restaura-nos à nossa liberdade, ao estado de graça natural da nossa mente, ao estado de completa harmonia e ligação à vida.

Será que podemos mesmo ser felizes quando guardamos uma mágoa contra alguém?

Pelo que o curso nos diz isso é impossível. Pela minha experiência, sempre que guardo uma mágoa não me sinto em paz, logo, não posso ser feliz.

Só quando abrimos mão das mágoas em relação aos outros é que nos voltamos a apaixonar por nós mesmos.

Quando comecei a ler livros de desenvolvimento pessoal, li muitas coisas sobre amor-próprio, gostar de nós, confiar em nós… e aquilo tudo parecia fazer sentido. Contudo, na minha experiência, faltava algo fundamental: gostar de nós enquanto corpo, enquanto personalidade, enquanto ser separado de alguém, é algo que fica aquém do nosso melhor, do nosso valor natural.

Afinal o que é isto de gostar de nós? Com o curso, o amor-próprio ganhou uma nova dimensão. Eu gosto de mim pelo que Sou, não pelo que penso que sou. Este gostar… é… interior, profundo… é algo que não se questiona, não se quantifica, e não pode sequer ser explicado. É!

É como um respeito profundo pelo Ser que todos partilhamos. É um reconhecimento de Deus em cada um de nós. Será que é mesmo para isso que cá estamos? Para acordar apenas para este SER, que é realmente a VIDA?

🙂

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