FAZER

Estamos habituados a “ter que” fazer algo.

Existe a ideia na nossa mente de que nascemos para fazer qualquer coisa, existe sempre algo para fazermos.

Quanto tempo do nosso dia nos permitimos simplesmente não fazer nada?

Foi um ponto que tive que aprender.

Algo que tive que perdoar (na versão libertadora de “Um Curso Em Milagres”) e que noto que ainda vêm algumas ondas desse roteiro para serem perdoadas, de vez em quando.

Acredito, por experiência, que não temos que fazer nada, simplesmente fazemos quando fazemos!!!!

O que quero dizer com isso?

Que as acções acontecem, e que às vezes parece que decidimos fazer, mas será que decidimos mesmo ou as situações e as acções simplesmente acontecem.

E essas decisões… hmmm será que são assim tão conscientes na nossa mente? O que nos leva a decidir seja o que for?

Desisti de procurar os porquês!

Torna-se uma vivência muito mais simples e sem esforço quando deixo que a vida aconteça.

E isso não significa ser inactiva, significa que não existe um peso emocional associado ao que faço, e que quando esse peso se anuncia, o perdão é a resposta mais libertadora.

O que é o perdão? Bem, no fundo é libertar a mente do apego emocional seja ao que for, é libertar a mente da identificação com os medos e as culpas que estão associados a qualquer pessoa ou situação.

E é tão simples.

Mais do que tudo, a nossa vivência torna-se mais calma e tudo é muito mais relativizado.

A paz, que antes era um objectivo, é agora uma constante. Está presente, às vezes esqueço-me dela, mas relembro-me com muito mais frequência.

A paz, enquanto objectivo, é apenas a lembrança de que é o meu propósito em tudo e para tudo, em todos e para todos.

E tudo aquilo que queremos na nossa vida não é para nos trazer paz e felicidade?

Se nos sentirmos em paz, se soubermos que somos felizes, Aqui e AGORA, como será a nossa experiência?

Como seria, se aqui e agora, se sentisse em paz, soubesse e sentisse que é feliz, e que nada, absolutamente nada poderia retirá-lo/a desse estado?

E se isso fosse possível, sempre?

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