Um diploma… para quê?

“Por isso mesmo, o sistema educativo deve procurar desenvolver prioritariamente competências pessoais, transversais e transferíveis para diversos contextos, a fim de preparar os indivíduos para as exigências de um mercado de trabalho em constante mutação, onde a flexibilidade, a mobilidade e a competitividade são palavras de ordem.

Por sua vez, cada indivíduo deve perceber que se não for capaz de acompanhar essa evolução corre o risco de ser excluído do mercado.”
Isto é apenas uma parte de um artigo do Expresso, podem ler completo aqui.

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