Aplicação prática do coaching para a libertação interior

Muitas pessoas não sabem o que são técnicas de libertação emocional (EFT e outras – não trabalho apenas com EFT, existem outras ferramentas com a mesma função): são ferramentas que nos ajudam a libertar as emoções que nos levam a reagir condicionados a situações e pessoas, ajudam-nos a libertar das mágoas que alimentamos internamente contra nós e contra os outros, ajudando-nos a viver em paz connosco e com o mundo.

Exemplo Prático I: Um relacionamento de mãe e filha conflituoso.

Libertar as tensões que existem entre as duas: memórias de situações, mágoas e dúvidas.
Libertar medos de magoar e ser magoada, libertar a necessidade de aprovação e controlo.
Libertar tudo o que surgir no momento que seja um bloqueio ao relacionamento e comunicação feliz.

Exemplo prático II: Relacionamento com o chefe conflituoso.

Identificar os pontos de tensão com o chefe: quais as frases, comportamentos e pensamentos que incomodam.
O que isso faz lembrar?
(Normalmente existem referências na infancia, que est…ão carregadas de emoções negativas, e que são projectadas nos relacionamentos adultos)
Libertar todas essas tensões e memórias.

Exemplo prático III: Dores crónicas no corpo.
Muitas vezes (para não dizer sempre) temos emoções associadas às dores corporais.
A dor muitas vezes é uma mensagem do nosso inconsciente, através do nosso corpo.
Se estivermos imersos em resistênc…ia à dor, assim como com outras emoções associadas, a mensagem da dor pode ser difícil de identificar.
Muitas vezes, quando identificamos as emoções associadas e as soltamos, deixamos o corpo seguir o seu processo de reequilíbrio de uma forma simples e perfeita.
A cura corporal não é prometida (acontecendo muitas vezes), mas a cura da dor psicológica/emocional devido à dor corporal é curada.

Exemplo IV: Não sei o que quero fazer do meu futuro.

A mente entra em constantes questionamentos destrutivos.
As dúvidas, as indecisões e os medos em relação ao que queremos podem ser instantaneamente libertados, deixando a mente solta e livre, para operar a um nível onde os seus recursos estão completamente resolvidos.
A aceitação do momento presente passa pela identificação de crenças sobre nós próprios, das nossas capacidades e recursos, dos nossos medos e aparentes dificuldades. A libertação das emoções e das ideias associadas a isto tudo, oferece a liberdade à mente para se expandir.
quando as ideias chegam, os recursos internos estão disponíveis e qualquer medo é instantaneamente libertado, para que possamos agir em alinhamento com a vontade consciente.

Exemplo V: Não consigo atingir o meu objectivo.

Achamos que basta dizer o que queremos e já está.
Para algumas pessoas isso resulta na perfeição, para outras, nem sempre, e para outras não resulta.
O que acontece é que existem muitas crenças e emoções associadas a um objectivo.
O facto de querermos algo é porque NÃO TEMOS, e sentimos NECESSIDADE de ter.
Aprender a libertar a necessidade, e a libertar todas as crenças interiores (que estão inconscientes) que são contrárias à realização, permite à mente criar livremente.
Não se substituem crenças. A nossa natureza é criar o bem, o supremo e o belo. Só precisamos remover os bloqueios que nos impedem de colocar em prática o melhor de nós.

Exemplo VI: Tenho ideias fantásticas, mas raramente as consigo pôr em prática.

Crenças e memórias que estão associadas ao facto de não terminar projectos precisam ser eliminados da mente, senão, inconscientemente continuamos a sabotar os nossos melhores esforços.
Dizer que vamos mudar não chega. O inconsciente reproduz as referências que o alimentaram no passado, e até essas referências serem DISSOLVIDAS, elas vão manter-se activas. Podem estar adormecidas e podem até ser adormecidas por afirmações positivas, mas voltam “à carga” noutro tipo de situações.

Exemplo VII: Preciso melhorar a minha auto-estima.

O que pensamos sobre nós? E sobre os outros?
Serão essas ideias verdadeiras?
O que sinto sobre mim? O que sinto sobre a minha vida?
Poderei deixar de sentir isto?
E quando deixamos de lado as emoções negativas que temos sobre nós, sem tapar ou dissimular através de comportamentos, estamos a ser honestos connosco.
Deixar de lado não é admitir que as temos e deixá-las lá ou substituí-las. A mente dualista é que conhece a substituição. Vive de um pólo positivo para o negativo e vice-versa em segundos.
A mente genial, livre e solta, não conhece opostos, e quando libertamos de vez emoções negativas, acedemos ao melhor de nós, sem programações, naturalmente e sem esforço.

Exemplo VIII: Tenho um projecto, quero estar alinhado com ele.

Alinharmo-nos com os nossos projectos é essencial, para que não andemos para trás e para a frente com ele e não deixemos que a mente seja consumida pelo mesmo.
Vamos internamente ver a nossa ressonância com o projecto, as emoções que desperta, as memórias que acorda, as crenças que associa e libertamos a mente de tudo isso.
Fica vazia em relação ao objectivo.
E perguntam vocês: Vazia? E depois? Depois está livre e solta para criar no seu melhor. Sem referências do passado limitadoras, usa aquilo que é útil (a memória útil continua a ser usada) e usa a criatividade no seu melhor.
É sempre bom relembrar que todos possuímos AQUI E AGORA, todos os recursos e capacidades para viver em estado de sucesso e felicidade plenas. Só precisamos eliminar os bloqueios à consciência disso mesmo.

Exemplo IX: Quero emagrecer. Já fiz várias dietas e não consigo (ou faço dietas e resulta e depois volta ao mesmo).

O que é que o peso significa para cada um de nós?
O que é a comida?
Quais as crenças que temos associadas à comida?
O que nos leva a comer? A fome é de alimentos ou de emoções?
Gostamos de comer ou gostamos daquilo que a comida parece oferecer emocionalmente?
Tornar conscientes os mecanismos que nos levam a procurar a comida e libertá-los é um passo fundamental para criar um relacionamento harmonioso com a comida e resgatar o relacionamento de amor connosco mesmos.

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