Acordar?

É engraçada a forma como a maioria de nós encara o desenvolvimento pessoal.

Ainda hoje, numa conversa sobre isso, falei sobre isso.

Existem várias ferramentas, várias formas de despertarmos. Mas chega um momento em que temos uma escolha a fazer: viver desperto ou continuar a ser sonhado num sonho colectivo.

Parece-nos extremamente difícil acordar, mas a verdade é que é tão simples, tão subtil e fácil, que  a mente dualista tenta sempre encontrar uma complexidade para empatar.

O que acontece é que não há mal nenhum em empatar, não há mal nenhum em não despertar, não há mal nenhum em continuar a ser sonhado e não ter consciência de que se é o sonhador.

Aquilo que nós somos não é em nada afectado por aquilo que pensamos que estamos a viver, e como o tempo é apenas uma ilusão criada pela mente dualista, nunca existiram ou poderão existir problemas reais.

No entanto, na ilusão da mente em que nos encontramos, os problemas parecem reais. Porquê? Porque nós ainda não aprendemos a usar a nossa mente de forma criativa, solta e livre dos condicionamentos.

E quando os problemas parecem reais, nós sofremos. Acreditamos na realidade dos pensamentos, e em vez de lidarmos com a realidade como ela é, AGORA, lidamos com a nossa interpretação da realidade.

E isso é um problema?

Não!

A questão é: estamos dispostos a acordar deste marasmo inconsciente e viver a vida em plena alegria, ou queremos continuar no mesmo ciclo de vitimização e limitação?

Para mim a decisão está tomada: viver em paz é o meu objectivo, e para isso, a tomada de consciência de que eu posso viver em paz, para além de qualquer experiência, fez-me acordar!

Acordei para uma nova realidade, que sempre lá esteve, mas da qual eu não estava consciente.

E nessa realidade, “só o amor é real”.

Uma palavra, mais um conceito, que quando sentimos, sabemos que tudo é possível nele, pois É tudo, está em tudo, permeia tudo.

E se o trouxermos para a nossa vida de forma consciente, se dermos espaço na nossa mente para que ele possa expandir-se, percebemos que a nossa única tarefa é deixar partir os pensamentos insanos que temos sobre nós e o mundo.

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