Saúde

Este fim de semana, uma das dúvidas que surgiu no workshop “Renovação Interior” foi: o que fazer quando temos dores no corpo e de que forma elas estão relacionadas com as nossas emoções.

Pois bem, a minha experiência diz-me que as dores corporais estão sempre relacionadas com emoções e/ou memórias que valorizamos.

Também a experiência me tem mostrado de que não vale de muito andar “à procura” da razão das dores, para que elas possam simplesmente desaparecer. Existem inúmeras formas de libertar o corpo das dores, existem inúmeras soluções, assim como depende de cada um de nós aceitar a solução mais viável para nós.

Existe algo que eu acho MUITO IMPORTANTE realçar: nunca deixem de tomar medicação sem a autorização do médico, nem sejam negligentes com a vossa saúde – quando aparecer um problema físico tomem as acções necessárias para o tratar. Eu acredito que os nossos problemas residem apenas na mente, mesmo os de saúde, mas muitas vezes a solução vem através de um tratamento médico, pois ainda é a forma que mais aceitamos como válida, a nível inconsciente.

O que quero com isto dizer é: a solução vem até nós na forma como nós a aceitamos. Tudo aquilo que nós acreditamos, torna-se real e verdadeiro para nós. Então, se nós não acreditamos completamente que a nossa saúde é um reflexo do nosso estado mental, temos que agir naquilo que acreditamos – recorrer ao tratamento médico e, como um auxiliar no tratamento, podemos fazer tratamentos de libertação emocional. Assim, além de tratar os sintomas físicos, estamos a tratar a causa: os equívocos mentais/emocionais que vamos alimentando, consciente ou inconscientemente.

O nosso corpo serve, muitas vezes, como um sinalizador para alguns dos equívocos mentais que temos alimentado ao longo dos anos: ressentimento, raiva, frustração, culpa, ódio, medo, etc.

Podemos considerar diferentes tipos de emoções, ou podemos simplesmente dizer que existem duas: amor e medo.

O amor é a vibração mais elevada, mais leve e carinhosa, mais brilhante e iluminada. É responsável pelas sensações e estados de paz, ternura, compaixão, união.

O medo toma várias formas: todas aquelas que não são amor.

E sempre que não nos sentirmos em paz, podemos ter a certeza que deixamos entrar na nossa mente pensamentos que não de amor, que alimentam o medo. E sempre que isso acontece, sentimo-nos muito mais fracos, cansados, doentes, irritados, com dores. O medo existe porque pensamos que somos apenas corpos a interagir com outros corpos, que somos frágeis, pequenos e podemos ser atacados, ou seja, que nem sempre estamos em segurança. O corpo é visto como alvo de ataque e por isso necessita defesa. Estes processos mentais colocam o corpo no centro das atenções, e por conseguinte, a doença nasce como uma forma de mostrar que o corpo é real e que realmente precisa de defesas.

Quando alinhamos a nossa mente com o Amor, rapidamente percebemos que a função do corpo é servir o Amor, e por isso, o seu equilíbrio é uma constante.

Como o medo ainda é muito no inconsciente colectivo da humanidade, ainda existem muitas memórias pessoais e colectivas para libertar, até que possamos ver o corpo como algo neutro.

No entanto, podemos fazer a nossa parte pessoal, e ver o nosso corpo como um instrumento de cura. A cura não precisa defesas, nem ataca. A cura nasce no Amor.

Transmutar tudo o que sentimos para Amor é uma solução rápida e eficaz.

Se sentir uma dor, pergunte onde está a faltar Amor na sua vida? Onde está a defender-se na sua vida? De que tem medo?

E depois, deixe esses pensamentos partirem. Meta-os num balão imaginário e solte-o! Deixe que os pensamentos se desfaçam como fumaça no céu. E deixe-se brilhar ao receber os raios de Sol brilhantes e luminosos!

One thought on “Saúde

  1. Acabei de ler este seu artigo,e este é,como todos os que tenho lido, muito bem escrito e muito belo também.
    Na verdade,comigo,tem acontecido algo parecido com o que é abordado;sempre que me surge uma pontinha de raiva,as dores musculares e articulares aparecem por milagre.Não consigui ainda libertar-me delas, sem usar o tal comprimido milagroso.Vou tentando libertar-me doutro forma,mas não é fácil…lá isso tenho que concordar.
    Obrigada.
    Muita Paz e muitos sorrisos.
    Zeza

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