Uma paz que não é deste mundo

Imagem: Google

A vida não é complicada.

Definitivamente nós complicamos tudo!

Ou melhor, a nossa mente está habituada a pensar sobre tudo, a julgar tudo e todos, a catalogar todas as situações, todas as pessoas, e a nós mesmos.

São raros os momentos em que nos encontramos em paz mental, e por isso, não conseguimos encontrar a paz na nossa vida exterior.

Podemos não acreditar, ou mesmo não saber, mas a nossa vida é sempre um reflexo do nosso estado mental.

Hoje entrevistei a Lilou Mace e sem dúvida alguma que vale a pena ver o percurso de pessoas que descobriram, na sua própria experiência, que o nosso Poder Pessoal é muito mais abrangente do que aquilo que imaginamos, e que tudo aquilo que desejamos está ao alcance do nosso coração.

Sem dúvida que quando abrimos o nosso coração, estamos mais receptivos a aceitar a realidade como ela é.
Muitas vezes as pessoas dizem-me: “mas se passamos a aceitar a realidade, vamos ficar conformados e não vamos crescer, como é isso possível?”.

Não é bem assim. Aceitar a realidade não é sentir-se conformado com ela, mas sim ter a consciência que o facto de querermos muito mudar algo, apenas está a impedir a mudança de ocorrer de forma natural.

Aceitar é simplesmente saber que aquilo que está a acontecer é o que é. E a partir desse momento, deixar que a nossa Inteligência Interior, a Sabedoria que habita em todos nós, nos mostre o melhor caminho.

E normalmente o melhor caminho é alterar dentro de nós a perspectiva de dor que tínhamos em relação a algo, e compreender que aquilo que É, É! Não precisamos catalogar como bom, mau, maravilhoso ou desgraça.

É o que É!

E nesse momento, a paz interior expande-se de nós para a situação, pessoa, objecto. O que for.

Como o Eckhart Tolle e Um Curso Em Milagres referem, uma paz que “não é deste mundo” entra em contacto com a realidade – aparentemente exterior – e confere-lhe um brilho e uma alegria inigualáveis.

É verdade que para chegarmos aqui precisamos de um pouco (ou muito) de treino mental, e o treino necessário é escolhido por cada um de nós. O importante mesmo é decidirmos que queremos ver a realidade de uma outra forma, que queremos deixar o melhor de nós brilhar, vir ao de cima, expandir-se.

Uma paz “que não é deste mundo” rodeia-nos, permeia-nos em todos os momentos. Está aqui e agora.

Só precisamos abrir um espaço dentro de nós para a sentir. Para a observar. Para a deixar invadir toda a nossa experiência.

Somos apenas nós que limitamos a paz nas nossas vidas. Por mais duro que isto possa parecer, é a verdade.

E falo para mim quando digo isso! Quando a paz não está presente na minha percepção da vida, sou eu que a estou a limitar, seja porque razão for que a mente egóica apresente.

E essas razões limitadoras são falsas e basta a nossa decisão para elas se desvanecerem no nada.

E tu? Que limite vais dissolver hoje?

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